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terça-feira, 19 de maio de 2009

VALORES MORAIS!




Não basta ensinar ao homem uma especialidade. Porque assim poderá se tornar uma máquina útil, mas não uma personalidade harmoniosamente desenvolvida. É necessário que o estudante adquira uma compreensão dos valores éticos, um sentimento daquilo que vale a pena ser vivido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto. Sem cultura moral, não há solução para os grandes problemas humanos."

Albert Einstein

sexta-feira, 8 de maio de 2009

HAJA O QUE HOUVER, EU SEMPRE ESTAREI A SEU LADO!



Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho:

- Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.

Houve nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes.

Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho estava na escola.

Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída.

Não restou uma única parede de pé...

Tomado de uma enorme tristeza, ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida). “Haja o que houver, eu estarei a seu lado.”

Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha. O portão (que não mais existia); Corredor... Olhava as paredes, aquele rostinho confiante.

Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar.

Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto.

Portão... Corredor... Virou a direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha de material destruído.

Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava... Tudo desolado.

E continuava a ouvir sua promessa. E ele não estava... Começou a cavar com as mãos.

Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afasta-lo de lá dizendo:

- Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém. Vá para casa.

Ao que ele retrucava: - Você vai me ajudar?

- Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os Policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Havia outros locais com mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, à única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era: Você vai me ajudar?

Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros e foi a mesma coisa... Saía daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo?

- Você vai me ajudar?

- Você está cego pela dor, não enxerga mais nada. Ou então é raiva da desgraça.

- Você vai me ajudar?

- Um a um, todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali. 5, 10, 12, 22, 24, 30 horas.

Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:

- Pai... Estou aqui!

Feliz, fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:

- Você está bem?

- Estou. Mas com sede, fome e muito medo.

- Tem mais alguém com você?

- Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo, estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem.

Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegria.

- Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora... Haja o que houver, meu pai estará sempre a meu lado.

- Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.

- Não! Deixe-os saírem primeiro... Eu sei que haja o que houver... Você estará me esperando!




Prof. Felipe Aquino. Sabedoria em parábolas. 7ª Edição. Editora Cléofas. 2003

quinta-feira, 7 de maio de 2009

ORELHA DE GATO!



Hoje fiquei com vontade de comer ORELHA DE GATO, cheguei em casa às 17h15 e o único ingrediente que faltava era os ovos, fui até a verdureira e comprei.
Ficaram com vontade também, aí vai a receita: Dois ovos, 1 colher e meia de açucar, uma pitada de sal, uma colher de margarina, uma xícara de leite morno, uma colher e meia de Royal e farinha até ficar no ponto. Se quizer passe no cilindro e depois estique a massa com rolo, frite-os e bom apetite. Não gosto de passar no açucar, mas as minhas filhas gostam e como fiz o suficiente para todos, assim foi feito.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

QUE TIPO DE PESSOAS VIVE NESTE LUGAR?



Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis, junto a um povoado, e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vive neste lugar?
- Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem? – Perguntou por sua vez o ancião.
- Oh! Um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz.
- estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou: - A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
- Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
- O mesmo encontrará por aqui, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
- Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
- Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali também os encontrará aqui. Somos todos viajantes no tempo, e o futuro de cada um de nós está escrito no passado. Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos.

domingo, 3 de maio de 2009

MÃE!



Mãe...são três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.
Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!

(Mário Quintana)

Parabéns a todas as mães pelo seu dia!

sábado, 2 de maio de 2009

Novas experiências!

No dia 15 de abril iniciamos um curso de educação digital na Escola Municipal de Ensino Fundamental Alberto Bauer, na verdade a nossa primeira necessidade era termos mais conhecimentos sobre o Linux, dissipando algumas dúvidas.
Mas não podemos também deixar de termos conhecimentos sobre as contribuições da Internet e como ela pode ser utilizada de forma responsável no dia a dia das pessoas, principalmente nós professores que trabalhamos com as novas gerações. É claro que temos que aproveitar também o momento para trabalharmos a conscientização de todos no que se refere ao sistema capitalista que esta fracassado e consequentemente causou para o planeta diversas crises, entre elas a crise ambiental, a financeira e a ética, ter é melhor ser, ou seja, o consumismo desenfreado, causando uma das piores crises da humanidade que é a socia. Aumentando a pobreza no planeta e a degradação do meio ambiente.

Em relação algumas considerações sobre como devemos mediar o uso desses recursos no processo de ensino/aprendizagem, facilitando a reflexão entre os usuários, penso que já citei o trabalho de conscientização, mas nós não podemos mais continuar com as aulas tradicionais, devemos utilizar estes recursos para desenvolvermos Projetos de Aprendizagem em rede, partindo de conteúdos do interesse dos alunos e não de conteúdos pré-estabelecidos pelo professor.

COMO TRABALHAR NO ESPAÇO VIRTUAL

Segundo o livro de Beatriz Corso Magdalena e Íris Elisabeth Tempel Costa (págs. 54 a 56), para podermos trabalhar na escola dentro deste espaço, um dos nossos primeiros desafios é aceitar que os nossos alunos explorem este espaço virtual, reconhecendo que os alunos são capazes de aprender em condições que não somos capazes de controlar, que existem caminhos diferenciados para chegar a determinadas construções, que cada aluno tem curiosidades próprias e, acima de tudo, que são capazes de organizar informações.
Nesta perspectiva, podemos pretender que os nossos alunos “conheçam” a internet, sem interromper ou proibir traçados, podemos sim, acompanhar e orientar, mas não definir.
Navegar na Internet em busca de informações e selecioná-los nos diferentes endereços encontrados pode colocar nossos alunos diante de enormes desafios: manter o fio da meada ou perder-se nele; descobrir que existem temas relacionados, até então insuspeitados; deparar-se com enfoques divergentes ou com diferentes níveis de complexidade; decidir, dentre o material acessado, o que vale a pena ler de forma mais detida e o que não vale o esforço, que fragmento da leitura selecionar e guardar para o uso futuro, como organizar essa seleção para uso posterior.
O segundo desafio é reunir essas informações e produzir algo próprio, ser autor! Isso implica em, a partir do recolhido, fazer um esforço de compreensão do material lido, tentando compatibilizar e/ou harmonizar os fragmentos de textos ou informações selecionadas coordenando-as em um todo coerente e original. Seria o avançar para além do “copia-cola”. Que é a grande preocupação dos professores, seria o avançar para a autoria.
Sabemos que muitos, neste momento, devem estar pensando: Mas os meus só copiam e copiam! E como fazer? Como desafiar para que ultrapassem essa etapa inicial?
Esse processo acontece à medida que o desafiamos para o uso das possibilidades que o computador oferece: a liberdade de escolha de trajetórias na Internet, recorte de pedaços selecionados da cópia, agrupamentos de maneiras diferentes, acréscimo de palavras no meio de outras existentes, translado de porções para diferentes posições a fim de sentir o encadeamento do texto, acréscimo de imagens, sons, links para páginas de outros que desenvolvem temas em comum, etc. Aos poucos eles se dão conta de que o resultado obtido é muito mais interessante e, o que é principal, é muito mais deles.
Por exemplo: podemos escolher um livro da biblioteca para procurar responder esta pergunta que esta na atualidade: Existe a crise financeira internacional e qual a sua origem? Quais as repercussões da crise? Essa é a pior crise da atualidade? Será que encontraremos uma resposta plausível ou até mesmo encontraremos este assunto nos livros? Há alguma ordem na apresentação do material disponível? O material disponível está classificado?
Vamos procurar esta resposta na Internet, usando estes questionamentos selecionados, em um indexador como o Google ou o Altavista. Vamos entrar em contato com uma fonte enorme e variada de informações, e essa diversidade pode gerar novas questões que, geralmente não são passíveis de ser respondidas por livros de biblioteca. Mas podemos ir melhorando as respostas se tivermos criado com os alunos páginas na Internet.
Vamos descobrir que ela existe nos Estados Unidos e entre seus parceiros econômicos mais estreitos, como a Inglaterra, Japão, Alemanha e a forte dependência da China na exportação de seus produtos para os Estados Unidos.
Aqui no Brasil ela efetivamente existe nas empresas que possuem relacionamento profundo com o mercado americano. Não podemos ser reféns da mídia que propaga a queda dos empregos, das concessões de crédito e das dificuldades de algumas empresas exportadoras para os EUA como se o nosso País efetivamente já estivesse em crise. Não estamos. Ela acontece de forma isolada nas empresas. Os americanos são os pioneiros no marketing, existe sim uma crise maior que é a crise ambiental, social (aumento da pobreza) e a ética.
Portanto, é no mínimo falta de bom senso importar valores de um país e querer que o outro aceite e se comporte da mesma maneira. Se já as famílias são bem diferentes, imaginemos então o comportamento quando nos comparamos em tudo com outros países.
A redução dos custos: demissões e redução de salários é oportunismo dos Empresários, é só ler o Diário Catarinense do dia 28 e 29 e ver o lucro da WEG e da TUPY.
Isso posto precisamos saber entender as conseqüências dos comentários com os quais a mídia está nos bombardeando, utilizando massivamente a palavra crise.
Cabe a nós não nos limitarmos as fontes limitadas que temos na biblioteca, não nos permitirmos sermos ou nos tornarmos ultrapassados e arcaicos. Temos que treinar e nos aculturar a cada instante fazendo uso de todas as fontes, principalmente a Internet.